Pular para o conteúdo principal

Brigabolo de colher.

Olá, leitores!
Hoje vou passar a receita que fiz com nas sobras do bolo KitKat, essa receita foi uma criação minha. Em primeiro lugar, ela nasceu de um erro, quando fiz o recheio do bolo (na receita original, o recheio e a cobertura eram feitos com os ingredientes que depois na minha versão virou a calda). Deixa eu explicar, no site de onde tirei a receita do bolo, os ingredientes usados para o recheio e a cobertura foram os que no meu se transformaram em calda, pois, acho que fiz algo que não deu certo e a mistura não ficou grossa como devia, então aos 45 do segundo tempo, eu resolvi colocar a mistura como calda e o brigadeiro de colher como cobertura e recheio. Acho que ficou muito mais gostoso! Mais também, me faz pensar que, às vezes quando acreditamos que tudo deu errado na cozinha, você criatividade consegue criar ou melhorar um prato. A cozinha nos permite isso! Então vamos à receita: 

Brigabolo de colher:

Ingredientes: 
10 KitKat.
Calda que restou do bolo (ver como fazer aqui).
Pedaços que sobraram do bolo (ver como fazer aqui).
Cookies em farofa (eu trituro no processador).
Brigadeiro de colher, eu usei a sobra do utilizado no bolo (ver como fazer aqui)
Confeitos coloridos.

Modo de Fazer: Passo-a-passo:
1. Coloque no fundo da taça pedaços do bolo e forrando.
2. Regue com a calda, uma boa quantidade.
3. Cubra com uma boa porção da farofa de cookie.
4. Regue com mais um pouco de calda.
5. Coloque uma generosa porção de brigadeiro de colher. Mas, não coloque até a borda da taça, pois ao colocar o KitKat, o brigadeiro sobe.
6. Cubra com confeito colorido e enfeite com metade de um KitKat.

E aproveite!

Ficou uma delícia, não sobrou nada!
Dica: Essa receita meio REAP, me deixou muito feliz, pois, o que era pra ser um transtorno, a calda que não ficou no ponto, foi transformada em um doce muito bom. Me passa a sensação que quando achamos que tudo está perdido, com calma e criatividade é possível fazer diferente!
Um abraço!
Até o próximo prato!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Peixe-boi.

O consumo da carne do peixe-boi era muito importante na composição da dieta alimentar da região amazônica. Segundo Francisco Xavier Sampaio, no século XVIII, a carne de peixe-boi era apreciada, “principalmente a do ventre”, por ser “gostosíssima”. Dessa carne se faziam “chouriços com as próprias tripas”. Conforme deixou registrado em seu Diário da viagem da Capitania do Rio Negro, ainda que tivesse “o nome de peixe, tem mais gosto, e aparência, de carne”.(1) Ambrósio Fernandes Brandão, por sua vez, ressaltava a variedade do consumo da carne de peixe-boi em diversos pratos, inclusive como picados e almôndegas. Segundo Brandão: "Este pescado se toma e pesca às farpoadas pelos rios aonde desembocam os de água doce, e comido tem o mesmo sabor e gosto da carne de vaca sem haver nenhuma diferença de uma cousa ou outra, entanto que, se misturarem ambas as carnes em uma panela dificilmente se conhecerá uma da outra. E por este respeito se come este pescado cozido com couves, ...