Pular para o conteúdo principal

Gurijuba à Normanda.

Bom Diaaaaaaaaaaaa!
Voltando revigorada! Quem tem criança pequena, sabe como ficamos exaustos e apesar de ser a coisa mais maravilhosa do mundo, esses pequenos tem uma energia fora do comum. Este feriado, aproveitamos para ir para um Hotel Fazenda e foi delicioso. Estou preparando uma postagem sobre a nossa estádia pra vocês...Acho que vai ficar uma delícia de ler e compartilhar com vocês.
Mais, por ora vamos ficar com essa receitinha saborosíssima que adaptei do livro do "Le Cordon Bleu" e podem fazer que é sucesso total.
Adaptei pois o peixe usado na receita original foi o Linguado, como não achei na minha região usei a gurijuba e foi uma substituição que ficou muito válida, daquelas que fazemos mais uma vez...e outra...e outra...vamos à ela:

Gurijuba à Normanda: 

Ingredientes:
1 kg de filé de gurijuba.
500 ml de vinho branco seco.
2 cebolas grandes picadas.
30g de manteiga sem sal.
110 g de cogumelos em fatias.
1 limão.
250 ml de cream cheese.
125 g de camarões pequenos cozidos e descascados.
1 colher de salsa picada para guarnecer.
sal.
pimenta.

Modo de Fazer: passo-a-passo: 
  1. Coloque os files de gurijuba sobre uma tábua de cozinha, tempere com sal e pimenta. Cubra com uma película de plástico e coloque na geladeira até serem necessários.
  2. Coloque o camarão para cozinhar em água por cerca de 10 minutos.
  3. Coza as cebolas no vinho branco durantes 5 minutos.
  4. Pré-aqueça o forno a 200 graus. Derreta metade da manteiga num tacho grande, adicione os cogumelos, um pouco do sumo de limão e 60 ml de água e cozinhe suavemente durante 5 minutos. Junte o líquido da cebola e vinho e ferva até reduzir o volume em três quartos.
  5. Incorpore o cream cheese e deixe apurar 5 minutos ou até que a mistura esteja suficiente grossa para cobrir as costas com uma colher. Tempere com sal e pimenta-branca.
  6. Unte um prato refratário com a manteiga restante. Disponha os filés de peixe no prato, espalhe os camarões por cima e cubra com o molho. Tampe com uma folha de papel alumínio e leve ao forno durante 35 a 40 minutos. Polvilhe com salsa e sirva.
    Uma delícia!
Dica: Sirva com arroz branco.
Fica uma maravilha!

Até o próximo prato!


Comentários

  1. Oi, Sidiana, parabéns pelas receitas! São de encher os olhos e a boca rsrsrs realmente deve ficar uma maravilha! Gosto tbem da caldeirada paraense de gurijuba (ou como dizia minha mãe: no tucupi e jambu) rsrs. tudo de bom. abs Eliana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Eliana...
      Que bom que vc gostou do blog, ele é feito com muito amor e dedicação. Obrigada!
      Ainda não fiz a caldeirada. Deve ficar uma delícia! Imagino que deve ficar deliciosa com tucupi e jambu. Sua mãe sabia o que é bom! Vou tentar fazer. Beijinhos.

      Excluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário, participe, você também faz o blog...

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Peixe-boi.

O consumo da carne do peixe-boi era muito importante na composição da dieta alimentar da região amazônica. Segundo Francisco Xavier Sampaio, no século XVIII, a carne de peixe-boi era apreciada, “principalmente a do ventre”, por ser “gostosíssima”. Dessa carne se faziam “chouriços com as próprias tripas”. Conforme deixou registrado em seu Diário da viagem da Capitania do Rio Negro, ainda que tivesse “o nome de peixe, tem mais gosto, e aparência, de carne”.(1) Ambrósio Fernandes Brandão, por sua vez, ressaltava a variedade do consumo da carne de peixe-boi em diversos pratos, inclusive como picados e almôndegas. Segundo Brandão: "Este pescado se toma e pesca às farpoadas pelos rios aonde desembocam os de água doce, e comido tem o mesmo sabor e gosto da carne de vaca sem haver nenhuma diferença de uma cousa ou outra, entanto que, se misturarem ambas as carnes em uma panela dificilmente se conhecerá uma da outra. E por este respeito se come este pescado cozido com couves, ...