Pular para o conteúdo principal

Bolo de Limão.

Olá, leitores!
Aos poucos vou fazendo as receitas do desafio 2014; Dona Benta. E confesso que já vai batendo aquele desespero...na ansiedade de conseguir fazer o máximo possível. Fiz esse bolo de limão que ficou uma delícia e além de prático combina com tudo de uma sobremesa ao chá ou café da tarde.
Vamos à receita.

Bolo de Limão: p.814.

Massa: 
200g de manteiga em temperatura ambiente.
2 xícaras de açúcar.
4 ovos.
3 xícaras de trigo.
1/2 colher de chá de sal.
2 colheres de chá fermento em pó.
1 colher de raspas de casca de limão.
1/2 xícara de leite.
2 colheres de sopa de sumo de limão.

Cobertura:
2/3 de xícara de açúcar.
1/3 de xícara de suco de limão.

Modo de Fazer: passo-a-passo:
  1. Unte com manteiga um forma de furo no meio. Aqueça o forno.
  2. Misture em um recipiente o leite e o suco de limão. Peneire em uma tigela o trigo, o sal e o fermento em pó. Adicione as raspas de limão.
  3. Coloque em uma batedeira a manteiga e o açúcar, bata em velocidade média, até a mistura estar bem cremosa, acrescente os ovos um a um, batendo bem após cada adição. Abaixe a velocidade da batedeira ao mínimo e acrescente alternadamente em 3 adições, a mistura leite e a farinha, terminando com a mistura de farinha.
  4. Coloque a massa na forma e leve ao forno por cerca de 40 minutos ou até dourar.
  5. Enquanto isso, prepare a cobertura misturando bem os ingredientes. Retire o bolo do forno e regue com a cobertura de limão.
  6. Espere 10 minutos antes de desenformar. 
E você gostou da receita? Comente, deixe seu recadinho.
Até o próximo prato!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

É CARNAVAL.

Na pintura de Debret temos uma imagem do Carnaval  ou como era chamado no século XIX, de Dia d'entrudo. O dia d'entrudo que começava no domingo e seguia-se nos três dias gordos, era dia de festa em que os brincantes se jogavam "limões "cheios de água perfumada. A cena se passava no Rio de Janeiro, no ano de 1823. Segundo Debret: " O carnaval no Rio e em todas as províncias do Brasil não lembra, em geral, nem os bailes nem os cordões barulhentos de mascarados que, na Europa, comparecem a pé ou de carro nas ruas mais frequentadas, nem as corridas de cavalos xucros, tão comuns na Itália. Os únicos preparativos do carnaval brasileiro consistem na fabricação dos limões-de-cheiro, atividade que ocupa toda a família do pequeno capitalista, da viúva pobre, da negra livre que se reúne a duas ou três amigas, e finalmente das negras das casas ricas, e todas, com dois meses de antecedência e à força de economias, procuram constituir sua provisão de cera. O limão-...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...