Pular para o conteúdo principal

"Cantinho, Canto... da Sé".



Lisboa vista do Castelo de São Jorge. 

Catedral da SÉ.
No dia em que fizemos o passeio pelo Paço do Comércio e após a paradinha na Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, do qual, falei na postagem anterior, nós fomos subindo para visitar as Igrejas da Sé, de Santo Antônio e por fim o Castelo de São jorge. Uma maravilha, o que dizer da vista do Castelo? Uma das mais bonitas em toda Lisboa. Vontade de ficar em contemplação apenas.
Castelo de São Jorge.

Fomos subindo Ladeira a cima e o passeio é maravilhoso! Muita coisa pra ver, registrar e acima de tudo contemplar, guardar na memória. 
Fomos pelo caminho tomando refrescos, sorvetes e estava tudo bem. 
Já na volta do castelo, procurávamos um local para jantar. 
Mas, quando se temos criança na viagem a procura deve ser rápida. Então, na descida mesmo, encontramos um local bem charmoso o nome era Canto da Sé ou algo parecido. Eu devia ter batido fotinho da frente, anotado direitinho o nome, mas, imaginem se a mãe aqui consegue com criança com fome e cansada. Missão impossível. A prioridade era Marji que aquelas horas já contava com muito cansaço. Era charmosinho, contava com uma farta opções de doces e a comida saborosa e preço justo. Além do mas, tinha duas atendentes brasileiras que nos contaram sobre suas vidas e como estavam feliz em Lisboa. 
Os travesseiros de Sintra e Pastel de Tentugal. 

Os ovos moles em Casquinha de Hóstia! 

Pampilho de Amêndoa.

Queijadas...

As nossas escolhas! Deliciosas. 

Os ovos moles são uma delícia! 

Lá eu comi um bitoque, estava saboroso. O atendimento também muito bom! 
Bitoque. 

No caminho de volta os sabores tão únicos de Lisboa nos ajudam a compor nossas memórias, de férias, de família e das lindezas vistas ao longo daquele dia. Hoje essas memórias são também sabores que dão vida e perfumam a nossa memória. 

Até o próximo prato! 










Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Peixe-boi.

O consumo da carne do peixe-boi era muito importante na composição da dieta alimentar da região amazônica. Segundo Francisco Xavier Sampaio, no século XVIII, a carne de peixe-boi era apreciada, “principalmente a do ventre”, por ser “gostosíssima”. Dessa carne se faziam “chouriços com as próprias tripas”. Conforme deixou registrado em seu Diário da viagem da Capitania do Rio Negro, ainda que tivesse “o nome de peixe, tem mais gosto, e aparência, de carne”.(1) Ambrósio Fernandes Brandão, por sua vez, ressaltava a variedade do consumo da carne de peixe-boi em diversos pratos, inclusive como picados e almôndegas. Segundo Brandão: "Este pescado se toma e pesca às farpoadas pelos rios aonde desembocam os de água doce, e comido tem o mesmo sabor e gosto da carne de vaca sem haver nenhuma diferença de uma cousa ou outra, entanto que, se misturarem ambas as carnes em uma panela dificilmente se conhecerá uma da outra. E por este respeito se come este pescado cozido com couves, ...