Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2026

Curso.

🍽️ E se você pudesse voltar a Belém de 150 anos atrás… e descobrir o que chegava à mesa dos belenenses? Estão abertas as inscrições para À MESA DE BELÉM — O que se comia há 150 anos? , um curso 100% online, com aula AO VIVO , baseado nas pesquisas do meu livro Do que se Come: Uma história do abastecimento e da alimentação em Belém (1850–1900) . Durante 2 horas , vamos viajar pela Belém do século XIX para descobrir: 🍲 O que se comia entre 1850 e 1900 🛶 De onde vinham os alimentos e como chegavam à cidade ⚖️ Quem podia comer o quê — e o que a comida revelava sobre as desigualdades 🏛️ Como a riqueza da borracha transformou hábitos, sabores e formas de comer 📜 Documentos, receitas e histórias reais que ajudam a reconstruir essa Belém à mesa. E você ainda poderá escolher: ✨ SÓ O CURSO — R$ 67,00 Aula ao vivo + material exclusivo + certificado de participação. 📚 CURSO + LIVRO — R$ 139,00 Aula ao vivo + material exclusivo + certificado + 2ª edição revisada e ampl...

A Extraordinária Cozinha dos livros.

⏱️ 1 minuto com trecho de livro e alimentação. 📖✨ "O ensopado de pasta de soja com amêijoas e mexilhões tinha um leve toque de pimenta, deixando o sabor rico e, ao mesmo tempo, picante. O ssamjang, feito com repolho crocante e vários outros ingredientes,  parecia ser preparado com o tempero doenjang que só se encontra no campo. A cavala grelhada, bem tostada, estava dourada e chiando, e ao lado do enroladinho de ovos com cenoura picada e brócolis estavam o kimchi de rabanete e kimchi de nabo ".(1) 🍲📖 Na panela literária de hoje tem comidinhas coreanas: Ensopado de pasta de soja com amêijoas e mexilhões, ssamjamg de repolho, cavalaria grelhada, enroladinho de ovos e kimchi. 🥕🥘🍱🍜🍚 . . . 📚✍️🏽 Referências. 🛎O conteúdo deste blog está protegido pela lei n° 9.610 datada de 19-02-1998. Ao utilizá-los, não se esqueça de dar os créditos. (1) JEE-HYE, Kim. A Extraordinária Cozinha dos livros, Trad: Juliane Ferreira da Silva Santos. 1 ed. 1 reimp. São Pau...

Mestre Martinho- Arraial.

Osvaldo Orico dizia que o que faz a cozinha amazônica única é que ela é uma cozinha ao ar livre. De fato, esse é um dos aspectos que mais eu amo em Belém. Especialmente, no São João e também em outras festividades, os arraiais, faziam a alegria da população. Segundo Orico, "À porta das igrejas. Na calçada dos largos. Na relva dos jardins públicos. Na esquina de certas ruas. Em qualquer ponto onde vierem pousar as tacacazeiras com as panelas amarradas em toalhas para conservar o calor ou com os fogareiros para esquentar munguzá, os bolos de milho, os beijos ou ferver as pupunhas e os piques que trazem nos paneiros".(1) Um dos arraiais mais famosos de Belém era o arraial de Mestre Martinho, no Umarizal,  cujo brinde para quem subisse no pau-de-sebo era gordas galinhas assadas, pães-de-ló ou outro petisco cobiçado no momento. No arraial de Mestre Martinho, "Mestre Martinho fazia erguer nas redondezas de sua palhoça (...) Era o mastro de um velho navio abandonado...