Pular para o conteúdo principal

Bolo Imperador.

Olá, leitores!
Ontem, fiz uma receita de bolo do meu livro Dona Benta: comer bem, uma edição especial completa que estou amando. É maravilhoso! Então estou iniciando um novo marcador no blog: Dona Benta: Comer bem; o qual tratará das receitas que vou fazer deste livro. Eu fiz a receita do bolo Imperador e adaptei colocando uma cobertura de chocolate 70% cacau. Ficou uma maravilha! Dos deuses.

Aqui vai a receita:

Bolo Imperador: 
In: Livro Dona Benta: Comer bem. Publicado pela Companhia Editora Nacional. p. 822.

Ingredientes:

5 ovos.
3 xícaras de açúcar.
3 xícaras de trigo.
1 xícara de maisena.
2 colheres de sopa de manteiga.
1 colher de sopa de fermento.
1 xícara de leite ou cerveja. (Eu usei leite).

Modo de Fazer: Passo-a-passo:
1.Bata as gemas com o açúcar e a manteiga.
2. Depois as claras e o resto dos ingredientes, por último acrescente o fermento em pó.
3. Em uma forma untada com manteiga e polvilhada com farinha de rosca, leve ao forno quente.
4. Cerca de 40 minutos.


Cobertura: ( No livro da Dona Benta o bolo não tem cobertura, você desenforma e serve. Mais eu adaptei e fiz uma cobertura. Ficou delícia). 
1 lata de leite condensada.
100g de chocolate 70% cacau.
Leve ao fogo, o leite condensado e o chocolate e mexa bem, como se fosse fazer brigadeiro. Quando engrossar, desligue o fogo e jogue em cima do bolo. 


Dicas: 1. Deixe o bolo esfriar para jogar a cobertura. 2. E assim que sair do fogo, jogue a cobertura no bolo, não deixe esfriar para você trabalhar melhor com ela. 


Até o próximo prato!

Comentários

  1. Este livro é bárbaro!
    Tenho a edição passada/antiga. Ñ revisada.
    Pena custar tão caro. Ñ q ñ valha a pena. Vale e muito!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, querida Soraya!
      Que raridade vc tem, a edição antiga, vc tem uma edição que para nós historiadores, vale muito!
      Abs. Sidiana Ferreira.

      Excluir
  2. Quando minha mãe ganhou este livro na década de 1960 ela começou a experimentar as receitas, e marcou este bolo como delicioso, e eu adorava. Hoje querendo fazer para meus filhos entrei na internet para para pesquisar " Bolo imperador livro Dona Benta", e fiquei super feliz em encontrar a receita em seu blog, Muito obrigada! Fernanda

    ResponderExcluir
  3. Oi Fernanda, obrigada você pela visita! Esse bolo é delicioso mesmo! O livro da Dona Benta é maravilhoso, pois, eu acredito que em algum momento ele passou pela casa de alguma família, ele tem um ar de casa de mãe, de avó ou de tia, não é!?
    Fiquei emocionada com seu relato, a comida tem destas coisas não é, ela tem muito mais do que sabor ela vem carregada de sentimentos.
    Achei linda sua história e como foi marcante pra vc e sua essa receita. E agora, você fazendo para seus filhos.
    Eu espero que um dia minha filha tenha um pouco dessa lembrança, que você tem da sua mãe...
    Muito Obrigada!
    Um beijo!

    ResponderExcluir
  4. Bom dia , Sidiana! Ontem fiz este bolo novamente. É um excelente bolo para acompanhar o café da tarde! Mas eu gosto dele sem cobertura pois ao assar fica uma crosta crocante e docinha, que eu gosto muito . Abraço

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário, participe, você também faz o blog...

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Peixe-boi.

O consumo da carne do peixe-boi era muito importante na composição da dieta alimentar da região amazônica. Segundo Francisco Xavier Sampaio, no século XVIII, a carne de peixe-boi era apreciada, “principalmente a do ventre”, por ser “gostosíssima”. Dessa carne se faziam “chouriços com as próprias tripas”. Conforme deixou registrado em seu Diário da viagem da Capitania do Rio Negro, ainda que tivesse “o nome de peixe, tem mais gosto, e aparência, de carne”.(1) Ambrósio Fernandes Brandão, por sua vez, ressaltava a variedade do consumo da carne de peixe-boi em diversos pratos, inclusive como picados e almôndegas. Segundo Brandão: "Este pescado se toma e pesca às farpoadas pelos rios aonde desembocam os de água doce, e comido tem o mesmo sabor e gosto da carne de vaca sem haver nenhuma diferença de uma cousa ou outra, entanto que, se misturarem ambas as carnes em uma panela dificilmente se conhecerá uma da outra. E por este respeito se come este pescado cozido com couves, ...