Pular para o conteúdo principal

Torta Salgada de maisena sem glúten e sem lactose.

Olá, leitores!
Inaugurando um novo cantinho aqui no blog: Receitas sem glúten e sem lactose. Por razões de saúde, estamos fazendo aqui em casa o máximo possível para comer comidinhas sem glúten, por minha causa...desde criança sofro com enxaquecas terríveis... isso mesmo terríveis... daquelas que você não deseja para ninguém. Agora, depois de adulta e de muito tentar sanar o problema, descobri que minha enxaqueca é de caráter alimentar e que se eu não quiser tomar remédios fortes, devo trabalhar com prevenção e, isso quer dizer evitar ao máximo os alimentos que são indicadores da dor e que me fazem mal, como chocolate, queijo amarelo, carne vermelha, algumas frutas ácidas e por aí vai. O glúten também é um alimento que pode desencadear a tal dor. Então, excluí-lo ou reduzi-lo já está trazendo benefícios para mim. Por isso, estou testando novas receitas que podem me ajudar nesta nova caminhada. Agora, cada caso é um caso, para quem tem enxaqueca o importante é procurar um especialista e ver o tratamento mais indicado.
Já a lactose está associada ao meu esposo, que tem a IL (intolerância a lactose). Por conta disso, também estou procurando ao máximo fazer pratos que ele possa consumir de maneira saudável. 
Então, pensei que poderia compartilhar com vocês todas as receitas que venho testando e dar dicas, truques e outros toques. Assim, estou inaugurando novos marcadores no blog: Receitas Sem Glúten/Sem lactose. A primeira receita eu consegui no blog que muitos já conhecem é maravilhoso "Sem Glúten/Sem lactose.com" ; tem uma receita melhor que a outra. Fiz hoje a noite e está aprovadíssima. Quem quiser entrar no site clique aqui.
Vamos então a receita: 

Torta Salgada sem glúten/sem lactose: rende 8 porções.

Ingredientes:

1 xícara de água.
4 ovos.
1/2 xícara óleo preferencialmente canola.
1 xícara de amido de milho ou maisena.
1 colher de sopa de fermento em pó.
1 colher de café de sal.
temperos diversos a gosto.

Modo de Fazer: Passo-a-passo:
  1. Bata tudo no liquidificador, depois coloque metade da massa em um refratário que vá ao forno de vidro untada com óleo e maisena.
  2. Coloque o recheio, eu coloquei fatias de peito de peru e rodelas de tomate. Coloque a outra metade da massa, de modo que cubra o recheio.
  3. Polvilhe orégano e alecrim, leve para assar em forno pré-aquecido por 45 minutos ou até dourar. Sirva.

Dicas: Essa massa é ótima, uma vez que você pode variar os recheios: frango com milho, legumes, hortaliças refogadas, carne moída. A massa fica líquida é assim mesmo, ela vai ficar durinha quando cozinhar. 


Comentários

  1. Marília,
    Faz mesmo, fica muito bom!
    O legal desta torta é que pode ser feita com vários recheios, ou seja, é uma massa coringa.
    Um abraço!

    ResponderExcluir
  2. Olá Sidiana,

    Fiz essa torta, e a-do-rei. Foi um sucesso em casa!
    Tenho intolerância ao glúten, lactose e frutose, então procuro receitas fáceis e rápidas de fazer. ;D
    Obrigada por compartilhar essa receita.
    Abraços,
    Cyntia Nunes.

    ResponderExcluir
  3. Olá, Cyntia!
    Bem-vinda ao Daquilo que se come. Essa torta é delícia,que bom que você gostou, fico feliz!
    Obrigada pelo retorno! Beijos!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário, participe, você também faz o blog...

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Peixe-boi.

O consumo da carne do peixe-boi era muito importante na composição da dieta alimentar da região amazônica. Segundo Francisco Xavier Sampaio, no século XVIII, a carne de peixe-boi era apreciada, “principalmente a do ventre”, por ser “gostosíssima”. Dessa carne se faziam “chouriços com as próprias tripas”. Conforme deixou registrado em seu Diário da viagem da Capitania do Rio Negro, ainda que tivesse “o nome de peixe, tem mais gosto, e aparência, de carne”.(1) Ambrósio Fernandes Brandão, por sua vez, ressaltava a variedade do consumo da carne de peixe-boi em diversos pratos, inclusive como picados e almôndegas. Segundo Brandão: "Este pescado se toma e pesca às farpoadas pelos rios aonde desembocam os de água doce, e comido tem o mesmo sabor e gosto da carne de vaca sem haver nenhuma diferença de uma cousa ou outra, entanto que, se misturarem ambas as carnes em uma panela dificilmente se conhecerá uma da outra. E por este respeito se come este pescado cozido com couves, ...