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Destaques

Bolo de Macaxeira

Quem não ama um bolo? E quando este bolo tem gostinho de mês junino?  A receita de hoje é sobre o bolo de macaxeira, tão famoso no Norte de Brasil, que é tema de contos e e das conversas ao pé da porta nas tardes quentes do século XIX.  O bolo de Macaxeira, que inclusive virou tema de um conto do escritor Jacques Flores. Coo não lembrar do conto intitulado O Bolo de NATAL da Família Malagueta? Ora, aqui a cena principal era um bolo de macaxeira feito pelas personagens Tereza Malagueta, a Tete, e sua prima Felismina do Rosário, a Filóca, que haviam feito um bolo de macaxeira para o Natal da família e seu aborrecimento ao notarem que o bolo "estava com gosto de querosene".¹ Pior ficaram quando notaram que a culpa de tudo era de Pulchéria que "lixara a forma de bolo e, para melhor ficar a limpeza, untou-a de querosene, esuqecendo-se porém, de tirar o inflamável líquido com uma forte lavagem de sabão".² As primas então, resolveram convidar as "inimigas"para …

Final de semana: Dia de Feira

Olá, leitores!
Estive sem escrever, pois estive com uma virose muito forte! Mudança de clima nos trópicos, todo ano é assim!!
Mas, aqui estou de novo com meus comentários, hoje quero falar sobre um hábito que antigamente era bem mais costumeiro do que nos dias de hoje: o ir a feira! Na correria do dia-a-dia tornou-se comum a comodidade que os grandes supermercados nos reservam e devo admitir que ir as compras nestes estabelecimentos é sempre mais prático. Mais fico pensando como até na primeira metade do século XX, o hábito mais comum eram das pessoas irem as feiras e pequenas tabernas, para a realização de suas compras e como era comum a venda em retalho de comidas, inclusive, estas eram embaladas em pedaços de papel, aquele papel meio rosa ou o marrom,  o qual os taberneiros enrolavam a meia quarta de arroz ou a açúcar. 
Ultimamente, meu esposo e eu, temos optado por ir todo final de semana pela manhã, na feira comprar frutas, farinha e outras gostosuras e este hábito tem se tornado constante, não sei porque mais a impressão que você tem é que as frutas são mais frescas e sem contar que os produtos acabam sendo mais baratos, o que ainda trás certa economia. 
Todavia, o prazer de andar pelas barracas procurando as frutas e uma boa goma para fazer uma tapioquinha ou ainda trazer os Beijus de dona Isabel para tomar com um cafezinho fazem a diferença. 
Tenho ido muito da Feira da Dr. Moraes, ao redor do cemitério da soledade, que todos os fins de semana pela manhã está em pleno funcionamento, aliás ela está recomendadíssima. As frutas estão sempre frescas, a farinha de mandioca sempre torrada e a goma de tapioca bem fresquinha, o que faz uma tapioca deliciosa. Além de excelentes pupunhas!
Assim, leitores o ir a feira ainda tem seu "charme" e as vezes é bom reviver antigos hábitos da cidade, já que viver um pouco de hábitos passado trazem uma nova perspectiva da cidade. 
Até o próximo prato!

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