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Mostrando postagens com o rótulo Receitas Amazônicas

Bolinho de fubá com goiabada.

Bolinho fofinho de fubá com goiabada. É receitinha nova!🎉🎊 Bolinho fofinho de fubá com goiabada. Ingredientes. 3 ovos. 1xicara de leite. 1/2 xícara de manteiga derretida. 1 xícara de fubá. 1 xícara de trigo. 1 xícara de açúcar. 1 colher de sopa de fermento. 1/2 lata de goiabada. Modo de Fazer 🥣🥣 1. No liquidificador bata os ovos, leite, a manteiga por uns 2 minutinhos. Acrescente, o fubá, açúcar e trigo e bata apenas pra misturar. Por último, coloque o fermento e bata no modo pulsar. 2. Unte forminhas de silicone com manteiga e coloque metade da massa, ponha pedaços da goiabada e cubra com massa. Lembre-se que a massa cresce, então, não coloque muito pra não transbordar. 3. Leve ao forno médio preaquecido para assar por por 25 a 30 minutinhos.

Bolo de Macaxeira

Bolo de Macaxeira. Quem não ama um bolo? E quando este bolo tem gostinho de mês junino?  A receita de hoje é sobre o bolo de macaxeira, tão famoso no Norte de Brasil, que é tema de contos e e das conversas ao pé da porta nas tardes quentes do século XIX.  O bolo de Macaxeira, que inclusive virou tema de um conto do escritor Jacques Flores. Coo não lembrar do conto intitulado O Bolo de NATAL da Família Malagueta? Ora, aqui a cena principal era um bolo de macaxeira feito pelas personagens Tereza Malagueta, a Tete, e sua prima Felismina do Rosário, a Filóca, que haviam feito um bolo de macaxeira para o Natal da família e seu aborrecimento ao notarem que o bolo "estava com gosto de querosene".¹ Pior ficaram quando notaram que a culpa de tudo era de Pulchéria que "lixara a forma de bolo e, para melhor ficar a limpeza, untou-a de querosene, esuqecendo-se porém, de tirar o inflamável líquido com uma forte lavagem de sabão".² As primas então, resolveram...

Pirarucu de casaca.

Gente, boa noite! Aqui no Norte do Brasil, existe um peixe que é típico, chama pirarucu, é uma peixe imenso que tanto fresco como salgado, sempre foi largamente consumido por aqui. É realmente uma delícia! No século XIX, era juntamente com a carne seca e a farinha a base alimentar das pessoas. Em especial, as de menor poder aquisitivo. Já na entrada do século XX, em especial pela década de 20, com o movimento de valorização dos hábitos regionais, ele foi ganhando juntamente com outros alimentos como tucupi,  jambu e outros maior destaque na cozinha regional. Hoje, é um peixe de valor econômico elevado, ganhou destaque regional e é utilizado nos melhores restaurantes de Belém.  Trago aqui a receita pra vocês do pirarucu de casaca, uma das formas de consumo deste peixe. Faça assim: Cozinhe o pirarucu com os temperos. Desfie e refogue com cebola, tomate, cheiro - verde,  chicória, azeitonas e óleo. Quando estiver bem refogado, acrescente uma boa farinha de mandioca...

Arroz Paraense.

Olá, Receita da minha terra, fica divino de bom e quem prova tira a prova da delicia que é! Leva ingredientes bem regionais como jambu e tucupi. O jambu é uma erva típica da região norte do Brasil, mais precisamente do Amazonas,do Acre e do Pará. Sendo originária da América do Sul, é comum também em todo o sudoeste asiático e em particular nas ilhas Mascarenhas e Madagáscar.  O jambu é muito utilizado na culinária podendo ser encontrado em iguarias como o tacacá, o pato no tucupi e até mesmo em pizza.  Uma de suas principais características é a capacidade de tremelicar os lábios, uma sensação de amortecimento e combinado com o tucupi é o que há de melhor nesta terra! Podem ter certeza de que essa combinação é única e inigualável.  O tucupi, por sua vez é o sumo amarelo extraído da raiz da mandioca brava.Quando descascada, ralada e espremida. Após a extração do caldo "descansa" para que o amido (goma) se separe do líquido (tucupi). Inicialmente veneno...

Pirarucu Frito...

Olá, leitores! Dos nossos sabores regionais o Pirarucu é um dos mais deliciosos e de um paladar bem singular. É gostoso frito com uma boa tigela de açaí. Mais o açaí paraense sem açúcar e com uma farinha bem torrada pra acompanhar. Foi assim que fiz aqui em casa outro dia e não deu pra quem quis. Fiz com uma dicas da minha enteada e ficou uma delícia.  O Pirarucu é um dos maiores peixes de água doce fluviais do Brasil. Pode atingir três metros e seu peso pode ir até 200 Kg. É um peixe que é encontrado geralmente na bacia Amazônica, mais especificamente nas áreas de várzea, onde as águas são mais calmas. Segundo a mitologia o Pirarucu era um peixe cheio de vaidades, egoísmo e excessivamente orgulhoso de seu poder. Certo dia, ele executou sem motivo índios de uma aldeia vizinha. Como castigo Tupã, o deus dos deuses mandou um relâmpago que acertou o coração do guerreiro. Seu corpo ainda vivo foi levado as profundezas do rio Tocantins e de lá transformou-se num peixe gigante e es...

Gurijuba cozida...

Olá, leitores! Receita de hoje é uma gurijuba cozida, uma receita bem regional e ficou delicioso! A Gurijuba é um peixe encontrado principalmente no litoral Norte do Brasil. É um peixe de cor pardo acinzentado com contraste amarelada e cabeça grande e achatada. Com reprodução nos meses de novembro a março. Muito utilizada no Amapá, tem sua carne destinada a venda: Filé de Gurijuba, Gurijuba defumado entre outros. Na culinária amapaense apresenta uma variação de cerca de 73 pratos diferentes, dos mais simples aos mais sofisticados. Aqui vai uma receita, minha que fiz na sexta-feira da paixão é foi um sucesso! Gurijuba cozida: rende cerca de 3 porções. Ingredientes: 1/2 kilo de filé gurijuba. 1 cebola grande fatiada. 2 tomates grandes. pimenta-do-reino. 2 dentes de alho picado. sal. 3 colheres de sopa de óleo. coentro em pó. manjericão fresco. 500 ml de água. limão. Modo de Fazer: passo-a-passo:  Lave a gurijuba com limão e tempere com sal, ...

Mistura de Sabores.

Olá, leitores! Uma correria de dar nos nervos... Fazendo trabalhos do doutorado e tudo o mais... Bem, outro dia fiz um chester no tucupi que ficou muito, mas muito gostoso! Gente do céu... eu não queria outra vida...só comendo aquele chester delicioso! E pra deixar tudo prático essa receita não me deu trabalho algum na cozinha. Eu comprei aquele chester que não precisa descongelar, vai direto ao forno, coisas da cozinha moderna, ele vai ao forno com todo saco e quando o saco rasga... pronto para servir! Fui na casa da Dona Maria, comprei dois litros de tucupi, a Dona Maria lá da Dra. Moraes faz o melhor tucupi de Belém e 1/2 kg de jambu. Quando o chester ficou pronto foi só ferver um pouco o tucupi acrescentar o dito cujo e fazer separadamente uma mistura de tucupi com o jambu ...Almoço suculento e sem peso na consciência de tão bom. Ah, com acompanhamento um arroz branco e muita farofa! Que bom paraense não quer um prato destes... Até o próximo prato!

Mingau de Tapioca.

Olá, leitores! Cansaço da semana chegando!!! Hoje trago uma postagem de Mingau de Farinha de Tapioca, essa delícia que eu amo demais. Aliás, eu gosto de farinha de tapioca com açaí, com café com leite (fica tudo de bom); do pudim; do bolo podre e do mingau. Pois, bem, ainda há pouco fiz um mingauzinho de tapioca que ficou um escândalo de bom. A receita foi bem caseira e super fácil, sem leite de coco e nem leite condensado (para ficar mais magro, né!), mas garanto à vocês que ficou delicioso. Esta postagem é dedicada ao Cecé, o Cecé era o avô de minha grande amiga e prima Paula, que religiosamente todas... eu disse todas as noites tomava sua tigela deste mingau. Parece que estou vendo ele no fogão fazendo aquele mingauzinho para o jantar...é uma pena que naquela época eu não andava com um caderninho embaixo do braço para ter anotado a receita dele. Então vamos a  minha receita: Mingau de Farinha de Tapioca. Ingredientes: (4 porções; Bem ge...

Ah, o Tacacá...

Olá, leitores! N um final de tarde, é a hora mais oportuna para os paraenses degustarem um bom Tacacá... aquela cuia com um ar fumegando de quente, que mesmo com o clima de calor da Amazônia, tem seu público fiel.   Sobre o tacacá Ave-Lallemant nos idos do século XIX, nos conta que:  “ bebi também com maior naturalidade essa cacofonia, e achei-a bem saborosa. Preparam-na com o amido da mandioca macerada, e até com o suco da raiz mesmo, aliás, muito venenoso. Na língua da terra chamam esse suco de tucupi. Cozido dum modo especial, perde porém, a qualidade venenosa e dá à bebida glutinosa um pronunciado sabor acidulado, que tornam mais picante, adicionando-lhe pimenta. Não há duvida que essa bebida é nutritiva...". Fonte:  AVÉ-LALLEMANT, Robert. No rio Amazonas. Trad. Eduardo de Lima Castro. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1980. p. 214. Antigamente, o tacacá era mais consumido em Belém, acho que com a correria do dia-a-di...

Risoto Paraense do Xícara da Silva...

Olá, leitores! Ontem a noite resolvemos pedir uma comidinha em casa (já que ninguém é de ferro, né)... Fizemos então o pedido de um prato do restaurante Xícara da Silva, o "Risoto Paraense", sempre pedimos pizza de lá... a crostine também é uma maravilha eu amooooooooo. Eu já provei o arroz paraense em vários locais de minha cidade, aliás esse é um prato que sempre vemos nos cardápios dos restaurantes daqui e  sempre ficava a desejar em alguma coisa. Mas, o risoto a paraense que eu comi ontem: sem palavras: MARAVILHOSO!  Risoto Paraense do Xícara da Silva. Esse é digno de ser chamado de risoto Paraense, a harmonia dos ingredientes foi cuidadosamente elaborada, vou listar alguns motivos para quem tiver oportunidade degustar esse prato: 1. O prato vem bem servido. Serviu duas pessoas (aqui em casa!). 2. A comida chegou quente, parecia que havia acabado de sair da cozinha. 3. O prato consiste em: Camarões, os quais estavam cozidos no ponto certo (delici...

Olha o Açaí-i, Açaí-i!

Olá, leitores! Em 1859, o viajante Robert Avé-Lallemant nos relata que até meados do século XIX, era muito comum nas ruas de Belém os vendedores ambulantes percorrerem as ruas utilizando como propaganda e chamativo para os seus alvitres a própria voz. Sobre esse tipo de venda Avé- Lallemant nos descreve: "Açaí-i, Açaí-i-si! Por muito quietas que estejam as ruas do Pará, embora muitas vezes possa parecer reinar silêncio de morte durante o calor sufocante do meio-dia, ouve-se sempre, a cada momento, o pregão penetrante, percorrendo toda a modulação da escala: Açaí-i! Açaí-i-si! Todo estranho julga ver nesse pregão qualquer remédio para o povo, e quando chama a pregoeira de açaí, preta ou fusca, e examina o segredo, encontra numa panela um molho cor de vinho, um caldo de ameixas". Até hoje o açaí é muito consumido na capital, em especial, nos interiores na hora do almoço e em muitos lugares no jantar também uma farta tigela de açaí acompanhado com carne ou peixe frit...

Mingau de Banana Comprida...

Olá, leitores! Em 1819, quando os viajantes Spix e Martius passavam por Parintins, no Amazonas; eles descreveram a seguinte cena sobre a banana pacova ou ainda banana comprida ou também conhecida como banana da terra: " É preferida, entre as outras espécies, pelos índios, que sabem com ela preparar diversos manjares". In: SPIX e MARTIUS. Viagem pelo Brasil. vol 3; p. 173.    No Pará os índios tinham dentre seus hábitos alimentares o consumo da banana da terra. Uma dessas iguarias era fazer desta banana o mingau de banana. Outro dia fiz aqui em casa e guardando as diferenças temporais dos ingredientes ficou uma delícia. A receita foi da minha sogra D. Paula e já estou com vontade de mais mingau de banana. Mingau de Banana da Terra, pacova ou apenas banana comprida. Ingredientes: (Para 4 porções). 1 lata de leite moça. 2 latas de leite. sal  q. b 2 bananas compridas. 2 colheres de manteiga. Modo de Fazer: Passo- a- Passo: 1. Descasque uma parte da ...

Receita de Creme de Cupuaçu.

Olá, Leitores! Aqui vai a primeira receita de creme de cupuaçu pra vocês! Ingredientes: 400 g de cupuaçu. 1 lata de creme de leite. 1 lata de leite condensado. Modo de Preparo: Bata tudo no liquidificador por cerca de 4 minutos. Depois leve para gelar por pelo menos umas 4 horas, na geladeira. Se quiser deixar de um dia pro outro também fica gostoso.  Obs: Prove antes, pois se você gosta mais doce acrescente meia xícara de leite condensado. Se não fica azedinho! Gostaram da receita? Até o próximo prato!