Pular para o conteúdo principal

Postagens

Berinjelas na caçarola.

Receita de Berinjelas na caçarola:  Receita adaptada do livro: Nola, Roberto de. Livro do Cozinheiro. Mariano Artigas- Tradução Claudio Giordano- São Paulo: Instituito Brasileiro de Filosofia e Ciência "Raimundo Lúlio", 2010. Ingredientes: 1 Berinjela grande. Caldo de carne. 1 cebola. Queijo ralado. 3 gemas de ovos. Gengibre. Noz-moscada. Coentro. Salsa. Modo de Preparo:  Corta-se a Berinjela em três ou quatro pedaços já descascadas e coloque numa caçarola para cozinhar com o caldo de carne e a cebola. Depois de cozidas pica-lás e devolver a panela, mistura-se o queijo ralado com as gemas e a berinjela e mexa bem. Acrescente o gengibre, a noz o coentro e a salsa e levar em um pirex ao forno por cerca de uns 15 minutos. Depois de assada, sirva.   

Berinjela a la Tempos Medievais...

Olá, leitores! Ontem resolvir fazer aqui em casa, uma receita de Berinjela que encontrei num livro de comidas que datam á época medieval. Sou um comilona de Berinjela e adoro aqueles pratos árabes que levam esse ingrediente, entretanto, não gostei desta receita que fiz.  Não sei se foi o fato de meu paladar estar um pouco chato por conta da gravidez e tenho certa tolerância a gostos muito fortes e picantes, mais não foi um prato que degustei com prazer, aliás, logo na primeira garfada não fiquei mais com vontade, é válido dizer que o prato fica visualmente bonito e o cheiro é uma delícia, mas, para mim o sabor não foi dos mais prazerosos. Todavia,  acredito que não ficou de todo ruim, pois meu marido disse que estava gostoso. Vou postar a receita e quem quiser experimentar, voilá! Até o próximo prato!

Queijadinhas de Sintra

Olá, leitores! Aqui em casa o mês começou bem! Ganhamos de regalo de um amigo que esteve em Portugal, as famosas queijadinhas de Sintra, as quais, não duraram muito, foram devoradas em uma tarde de filmes. Elas estavam deliciosas! Hummmmmmm! Se tem lugar que faz doces maravilhosos é Portugal. Em especial sua doçaria conventual que foram responsáveis pelo aparecimento de doces que não somente tinham nomes de santos e anjos, mais que são de um sabor dos céus, de comer rezando. Os conventos foram palco do aparecimento em larga medida de doces como as aletria, pão-de-ló, beijos de freira, tutano do céu, toucinho do céu e outros.  Muitas das moças que iam destinadas a vida santa além de fartos dotes traziam consigo hábitos de alimentação e receitas familiares que deram a origem a variedade de doces maravilhosos. Tais doces são conhecidos pelo paladar único com grande quantidade de açúcar e ovos. As queijadas de Sintra estavam deliciosas um sabor bem peculiar de ovos, queijo e ao fund...

Filhote Paraense do restaurante Famiglia.

Olá, leitores!! Novos sabores degustei no domingo passado, o prato escolhido foi o "Filhote à Paraense"do restaurante famiglia, um dos meus preferidos! O prato consistia numa posta generosa de filé de filhote grelhado com um molho de tucupi e jambu acompanhado de um arroz com folhas de jambu e mandioquinha salteada na manteiga. Um manjar de delicioso! O peixe bem suave com o arroz que ganhava um gosto mais "forte" com a presença do jambu e de complemento a mandioquinha completava o paladar. Estava um primor. Este é um prato que deve ser repetido várias vezes, se possível. Aqui em casa pedimos uma porção para duas pessoas e garanto que serve muito bem, sem exageros é claro, um jantar saboroso. Portanto, recomendo que vocês amantes da boa comida e de bons pratos possam experimentar tal delícia.  Até o próximo prato!!

Final de semana: Dia de Feira

Olá, leitores! Estive sem escrever, pois estive com uma virose muito forte! Mudança de clima nos trópicos, todo ano é assim!! Mas, aqui estou de novo com meus comentários, hoje quero falar sobre um hábito que antigamente era bem mais costumeiro do que nos dias de hoje: o ir a feira! Na correria do dia-a-dia tornou-se comum a comodidade que os grandes supermercados nos reservam e devo admitir que ir as compras nestes estabelecimentos é sempre mais prático. Mais fico pensando como até na primeira metade do século XX, o hábito mais comum eram das pessoas irem as feiras e pequenas tabernas, para a realização de suas compras e como era comum a venda em retalho de comidas, inclusive, estas eram embaladas em pedaços de papel, aquele papel meio rosa ou o marrom,  o qual os taberneiros enrolavam a meia quarta de arroz ou a açúcar.  Ultimamente, meu esposo e eu, temos optado por ir todo final de semana pela manhã, na feira comprar frutas, farinha e outras gostosuras e este hábito t...

Café com tapioquinha: não tem coisa melhor.

Olá, leitores! Muito bom dia! Que tal um café com tapioquinha com manteiga? Bem paraense não!? Ontem, resolvi fazer um café com tapioquinha para o lanche e posso dizer que esse momento foi extremamente "guloso". Fiz um bom prato de tapioquinha com manteiga, apenas manteiga! Pois, como diz meu marido, colocar queijo, presunto ou qualquer doce  já é pura invenção. Acho que é uma variação do prato, afinal muitos pratos sofrem mudanças constantes para que esteja adaptado aos mais variados gostos. Por outro lado, a verdadeira tapioca paraense deve ser aquela com uma boa manteiga, isso basta para dar um delicioso paladar.  Pois bem, fiz a dita tapioca com manteiga e para acompanhar uma garrafa de café. E fiquei feliz com o resultado já que as tapiocas ficaram no ponto exato, o que pra mim foi a confirmação de que a prática na cozinha realmente faz a excelência. Pois, há tempos tento fazer uma tapioca igual aquelas que se encontra nos cafés aos sábados e domingos na cidade, mais...

Farinha de Mandioca: o pão do paraense.

A farinha de mandioca é um alimento de origem indígena bastante consumido na capital e interiores, no século XIX, ela tinha a função de prato principal ou complemento alimentício da capital paraense. Ela desembarcava todos os dias nos portos entre eles o do Sal localizado na Cidade Velha, vinda dos interiores em maior escala. A importância da farinha dava-se pelo fato de seu enorme consumo em toda província. Assim era significativo o cultivo da mandioca para a fabricação de farinha nos interiores, até porque, assim como o peixe que se aproveitava todas as partes um pouco, muito se aproveitava da farinha como alimento rico em carboidratos se fazendo bolos, xibés, pirão e pães. Havia uma gama de variedades que podia dela se utilizar. Assim a mandioca era um alimento constante na alimentação da capital na segunda metade do século XIX, ela estava entre os itens de primeira necessidade, sendo o ‘trigo’ amazônico, estando presente no almoço como farinha d’água, no café como a farinha de tapi...