Pular para o conteúdo principal

Restaurante Avenida.

Olá, leitores!
Hoje farei comentários de mais uma viagem gastronômica que vivenciei, em um jantar no "Restaurante Avenida" aqui em Belém, onde experimentei dois pratos que além de satisfazer os olhos foram tão rapidamente acompanhados pelo tão exigente estômago. O primeiro deles foi o "Camarão ao Grão-Pará", prato que foi ganhador de um prêmio gastronômico e não seria diferente, a vontade de provar nasce tão somente ao olharmos tal gostosura e fitar-mos os grandes camarãos empanados com farinha de tapioca e com recheio de queijo do Marajó, acompanhados de um risoto de manga...uhhhhhhhh! Divino, como o nome já diz o camarão ao Grão-Pará absorve da cozinha paraense regional o melhor que há, a farinha de tapioca e o queijo do Marajó. O segundo prato, que também ressaltava os olhos foi uma pescada "Bell  "Munier", que apesar de ter como ingrediente básico alcaparras esta ter um sabor bem forte e singular, o tempero foi na medida certa que deram ao prato um sabor refinado e com excelente paladar. O ambiente e o serviço são minha paixão, temos a impressão que estamos em uma Belém de ontem, como sempre nos remonta a algum lugar da Europa ou mesmo Argentina pelo seu ar agradável e o serviço faz parte deste deleite que é uma refeição no Avenida. Vale muito a pena conferir, essa raridade!
Até o próximo prato.

Comentários

  1. Salivei com o primeiro prato... o segundo não sei... não gosto de alcaparras, mas sempre dou pelo menos duas chances pra comida. :-P Tbm gosto do ambiente e do atendimento do Avenida.

    ResponderExcluir
  2. Eu também não sou muito fã de alcaparras, mas posso dizer que o sabor não ficou tão forte, acredito que somos parecidas em degustar bons pratos e identificar os seus sabores a cada garfada.Concordo com você com o charme do restaurante.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Deixe aqui seu comentário, participe, você também faz o blog...

Postagens mais visitadas deste blog

A bolacha preta.

Bom Dia! Em fins da década de 80, fazíamos as famosas viagens de carro, no meu caso era de caçamba mesmo,  meu pai que é do Rio Grande do Norte, levava toda a família pra visitar a família dele e íamos felizes daqui do extremo Norte para o Nordeste. Lembro que nas viagens, em especial, na volta mamãe trazia uma boa reserva de Bolacha Preta, que eu vinha degustando e que tanto adoçavam minha viagem e meu paladar. Eram dias muito felizes e saborosos! Na última viagem que minha mãe fez, eu pedi que me trouxesse a dita bolacha, queria matar a saudade gustativa. A sorda é um popular e tradicional biscoito originário do nordeste brasileiro. Feito de uma massa composta de trigo, mel de rapadura e especiarias, tais como cravo, canela e gengibre. É fabricado artesanalmente ou industrializado por fábricas panificadoras em quase todos os estados do nordeste brasileiro, sendo muito consumido na área do sertão. Conhecido também em algumas localidades por bolacha preta, vaca pr...

Filhós, filhoses ou beilhoses.

, Não era biscoito, pão, pudim nem mousse... A primeira receita que reproduzi do livro O Cozinheiro Imperial foi Verdadeira receita de beilhoses. Tenho certeza que muitos conhecem pelo nome de Filhós ou filhoses! Comecei por essa receita, porque ela tem uma memória gustativa tão boa pra mim. Enquanto eu fazia, lembrava dos filhoses que a minha tia Leila fazia e ainda faz .... ahhhh os delas são tão bons, não tem iguais. Foi tia Leila, irmã de minha mãe, que me "apresentou" os filhoses de abóbora e, naquela época eu não imaginava a origem dos beilhoses, mas, como criança gulosa que sempre fui, amava cada pedacinho daqueles filhoses crocantes por fora, macios por dentro e com aquele gosto inigualável de abóbora, canela e açúcar. Consigo até sentir o cheiro e sabor agorinha mesmo. Mas, você sabe que os beilhoses ou filhoses, fazem parte da doçaria portuguesa? O historiador portu...

Pirarucu Frito...

Olá, leitores! Dos nossos sabores regionais o Pirarucu é um dos mais deliciosos e de um paladar bem singular. É gostoso frito com uma boa tigela de açaí. Mais o açaí paraense sem açúcar e com uma farinha bem torrada pra acompanhar. Foi assim que fiz aqui em casa outro dia e não deu pra quem quis. Fiz com uma dicas da minha enteada e ficou uma delícia.  O Pirarucu é um dos maiores peixes de água doce fluviais do Brasil. Pode atingir três metros e seu peso pode ir até 200 Kg. É um peixe que é encontrado geralmente na bacia Amazônica, mais especificamente nas áreas de várzea, onde as águas são mais calmas. Segundo a mitologia o Pirarucu era um peixe cheio de vaidades, egoísmo e excessivamente orgulhoso de seu poder. Certo dia, ele executou sem motivo índios de uma aldeia vizinha. Como castigo Tupã, o deus dos deuses mandou um relâmpago que acertou o coração do guerreiro. Seu corpo ainda vivo foi levado as profundezas do rio Tocantins e de lá transformou-se num peixe gigante e es...